
Bom, o que vai ter hoje não é uma crônica elaborada nem nada. Vou só falar um pouco sobre mim (para mim mesma, provavelmente). Esse ano fui ao meu primeiro evento de tecnologia e foi muito inspirador, fiz minha primeira contribuição em um projeto open-source (código aberto), fiquei muito feliz quando aprovaram, muito mesmo.
Acho que de um tempo para cá venho mudando comigo mesma, fazendo mais coisas por mim. Sempre pensei em publicar uma história minha, comecei a escrever duas quando era mais nova, mas não terminei nenhuma, imagine publicar. Por influência da minha prima, recentemente criei um perfil no Wattpad e estou publicando uma das minhas histórias escritas pela metade, é difícil ser reconhecida nessas plataformas, mas tento manter a calma e focar só na história (confesso que piro um pouco).
Sempre quis criar um espaço para falar dos livros que li e encontrar pessoas que tenham lido também para compartilhar opiniões, muito triste terminar um livro e não ter com quem comentar e trocar opiniões. (fim do mundo para um leitor, eu diria). Esses dias criei um instagram em forma de blog para realizar meu sonho de princesa.
Estou com a ideia de um minicurso empoderador em mente, que espero muito que dê certo. Na faculdade tá tudo OK (na medida do possível). Meu orientador pediu transferência de campus e agora tenho que procurar outro(a), o que não tá nada OK, entre outros clichês já conhecidos por universitários que não vale nem a pena citar aqui.
Ontem comecei a fazer um livrinho de memórias sobre viagens, já tava com vontade de começar a um tempo. A ideia era fazer em conjunto, mas enfim, resolvi que ia fazer sozinha mesmo já que a ideia foi minha e não queria mais adiar, até que tá bonitinho. Além de ser legal relembrar o que aconteceu e registrar tudo.
Um retrato bem bonito eu diria, mas ninguém sabe o que acontece entre uma coisa e outra. Por vezes não me autossuficiente ou confiante. Síndrome do impostor? Pode ser. Mas enfim, gosto de reconhecer as pessoas que me ajudam, se eu não fizer cem por cento de uma coisa, não vou dizer que o mérito foi todo meu, acho que todo mundo gosta de ser reconhecido, pelo menos eu gosto. Culpa do meu signo? Talvez, mas sou assim.
Pelo o que ouvi de piscianos, são pessoas sensíveis que se doam muito para os outros, se chateiam com muito pouco, por de doarem muito também esperam isso de volta. Falando por mim, então culpo meu signo mas a parte que me conforta é que ouvi dizer que os piscianos já passaram por todos os signos do zodíaco e por isso são experientes e intensos (pelo menos uma parte boa).
Realmente se doar, reconhecer, ajudar e receber tão pouco de volta é frustrante. Não qual o problema das pessoas serem empáticas. Não vejo problema nenhum em dizer que recebi ajuda e que foi importante, tenho maior prazer e encho a boca para falar mesmo que seu fulano me ajudou muito e salvou minha pele. Pra mim é mais fácil reconhecer agora, do que mais tarde não a pessoa por aqui para reconhecer. Não tem coisa mais triste.
Eu sinceramente espero que as pessoas mudem essa concepção de eternidade, que nada vai acontecer nunca. Temos que viver e nos relacionar todo dia como se fosse o último. Não é vergonhoso reconhecer ou demonstrar coisas/sentimentos, vergonhoso é reconhecer tarde demais. (como sempre, espero demais. É culpa do meu signo, tenho certeza).